sábado, 11 de janeiro de 2014

Promotora diz que Botafogo pode não receber valores da TelexFree

Alessandra Garcia Marques explica que há investigação no Brasil e nos EUA. Ela não descarta apreensão do dinheiro que o clube receberá da empresa americana
Logomarca da Telexfree é estampada na barra frontal e no peito da camisa alvinegra (Foto: Vitor Silva / SSPress)
Acompanhamos tudo o que saiu na imprensa, mas é uma empresa legalizada pela Anatel e, por isso, pronta para operar no país. Estamos muito orgulhosos dessa parceria e felizes com a confiança depositada no Botafogo. As remessas de recursos da Telexfree serão feitas por trâmites legais. Em hipótese alguma faríamos diferente numa questão delicada como essa. São procedimentos corriqueiros em operações comerciais, mas pouco comuns no futebol - explicou o diretor executivo do Botafogo, Sérgio Landau. Diretor de tecnologia da Telexfree, o brasileiro Carlos Wazeler procurou, em seu discurso, desassociar a matriz americana da empresa brasileira Ympactus Comercial Ltda. ME, representante da Telexfree no Brasil e alvo de investigação do Ministério Público do Acre. - O acordo com o Botafogo foi fechado com a Telexfree internacional, não tem nada a ver com a Ympactus no momento. Acho uma covardia não termos a oportunidade de dizer quem é a empresa. Acredito na Justiça brasileira, e vamos resolver isso em pouco tempo. Os representantes da Telexfree também mostraram-se pouco preocupados com o fato de a empresa patrocinar um clube brasileiro mesmo sem ter o direito de operar no país. - A Telexfree opera no mundo inteiro, somente no Brasil é que ainda não. O Botafogo está no mundo inteiro - disse Carlos Wazeler.

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