Por Redação Bocão News (Twitter: @bocaonews) | Fotos: Leitores do Bocão News

Ao Bocão News, eles apresentaram diversas imagens e apontaram as queixas. Entre as reclamações aparecem o mau cheiro nos apartamentos, péssimas instalações hidráulicas, vazamento nas esquadrias, quebra constante do portão de veículos e se queixam também de um erro na execução do projeto de uma laje.
“Vários apartamentos apresentam mau cheiro nos ralos das áreas de serviços e banheiros. Os ralos das pias das cozinhas também fedem. Constatei que as ligações dos ralos foram feitas diretamente no tubo de descida do esgoto, sem passar por caixas sifonadas, que impedem o retorno do mau cheiro”, denuncia um morador.
E continua: “vários moradores reclamam da pressão da água. Têm unidades que quando uma pessoa está tomando banho e um vizinho liga o chuveiro também, a pressão da água fica fraca, e às vezes um deles fica sem água”.
Os moradores afirmam também que por conta dos fortes ventos na região, o portão já quebrou diversas vezes. “Já falamos diversas vezes com a Moura Dubeux que o portão é inadequado para o local, pois venta muito, teria que ser um material mais pesado, e não de alumínio. Ficamos vários finais de semanas com a entrada do prédio aberta, com nossa segurança em risco”.

Eles contaram que uma engenheira da construtora, identificada apenas como Carla, tentou um paliativo para o problema. “Ela teve a ideia brilhante de construir um quebra molas para conter o portão durante as ventanias e ainda instalou o batente de ferro. O resultado dessa ‘obra’ resultou em prejuízo para dois motoristas”, lamenta.
Ainda durante a conversa, os moradores contaram que descobriram um erro de projeto e de execução de laje após um acidente na segunda quinzena de novembro desse ano.

“Um caminhão pipa, contratado pela Moura para encher a piscina, a qual foi interditada após reparos, ao estacionar no pátio externo, rompeu o piso e tombou, quebrando o muro que faz divisa com o prédio vizinho”.
O morador que se reuniu com mais alguns engenheiros, constatou que a laje deveria ter sido engatada na viga da contenção onde encontra-se o muro. “A laje foi projetada para carros leves, mas essa é a única área onde podemos fazer carga e descarga. Abaixo do caminhão tinha um poço de 6 metros de profundidade. No mínimo a construtora foi negligente, pois deveria ter avisado que essa área foi projetada apenas para veículos leves”, dispara.
Em nota, a assessoria de imprensa da construtora informou que a entrega do empreendimento Reserva do Horto atendeu todas as normas técnicas de construção. "Como em todos os seus empreendimentos, a empresa prima a excelência e qualidade no processo construtivo", afirma a empresa.
A incorporadora diz ainda que dispõe de uma área exclusiva de atendimento, "com profissionais capacitados" e escritórios nos estados onde que atua. "A Moura Dubeux reafirma que está à disposição para possíveis demandas de assistência, relacionadas ao pós-venda".
Nota originalmente postada dia 28
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